CAMINHO
João Victor
Ao saber que aquele sofrimento que passaste foi por mim Que os cravos que o feriram, eram para mim
Que o sangue derramado era pra ter sido o meu
Era meu
Posso entender que tudo o que fazias era por amor a mim
Que aquele sacrifício era mister que fosse assim
Pois ao terceiro dia voltarias pra vencer
Pra vencer
E no caminhar te sinto mais perto do meu coração
E então, não vou desanimar
Pois tenho um Deus que vivo está
Sua doce voz preenche o vazio que há dentro de mim
E assim, vem conduzir minha vida
E nas águas tranqüilas eu vou descansar
Ao saber que naquele momento toda a terra se entristeceu
E o sol, em sua grandeza, envergonhado se escondeu
Ao ver que o culpado disso tudo era eu
Sim era eu
Posso entender que em meio à tanta dor tiveste como perdoar
E toda a minha culpa com teu sangue apagar
Pra que eu tivesse vida tu morreste em meu lugar
Em meu lugar.
Linda canção pastor, fala muito ao meu coração.
ResponderExcluirParabéns pelo novo espaço, agradeço a Deus por permitir que espaços como esse sejam criados para fazer com que estejamos mais perto Dele.
Paz e benção
Obrigado minha querida...
ResponderExcluirFico feliz também quando recebo esse feedback positivo!
Seja bem-vinda!
Apenas vou repetir o comentário que fiz no blog do Pr. Darckson sobre a matéria "CAMINHANDO."
ResponderExcluirO mestre Jesus não nos quer 'perfeitos', apenas verdadeiros. Ainda assim, às vezes é tão grande nosso esforço para agradar a DEUS e por impressionar as pessoas, tão decididos(as) estamos a ser irmãos(ãs) perfeitos (as), que vemos nossa energia sugada e nos mortificamos em razão de nossa exterioridade escorregadia e de nossa hipocrisia interior. Sentimo-nos perigosamente frágeis, tão inertes e
infrutíferos(as) como a árvore no rigor do solstício de inverno.
O coração do MESTRE bate por nós, não contra nós. ELE sempre arrancará o verde falsificado e a esterilidade de nossa hipocrisia, mas jamais quebrará o caniço rachado (Mt 12:20 e Is 42:3) de nossa vida despedaçada.
Os ramos deixados ao longo do caminho nunca são arrancados em conseqüência de sua repulsa, mas sempre constituem parte de sua cuidadosa poda.